Conto da série: As Crônicas dos Sete Universos | Apagar as luzes | a-/A+
Perdido ¤ A Esfinge
Como é azul o céu. Pensava o garoto, em pé no alto de um grande monte.
Ele Observava sem piscar, cada movimento das nuvens, cada pássaro que passava e lhe tirava a atenção das diversas formas e pensamentos que lhe ocorriam.
-Esse mundo é tão grande. – Disse ele depois de um longo suspiro. – O que será que há depois do céu, depois desse universo. Outros universos talvez?- Ele conversava sozinho, porque ninguém poderia lhe responder essa e outras perguntas.
Logo abaixo do monte as ondas batiam nas rochas. A brisa que vinha do mar junto aos raios quentes do sol fazia daquele lugar perfeito para quem tinha pensamentos demais em sua mente.
-Mas se existe outros universos porque não sabemos disso? Será que eles não podem se juntar? Eu vou criar uma ligação entre todos os universos. Como? Criando.
O garoto foi à ponta do monte e olhou com mais atenção ainda para o céu. Ele fechou os olhos, suspirou, e disse.
- Eu escolho sete universos.
Seus olhos se abriram.
O sol continuava no mesmo lugar, mas a brisa que antes era leve agora se tornava pesada e as ondas ficaram mais agitadas do que o normal.
O garoto começou a sentir uma energia ao seu redor que ele não sabia dizer o que poderia ser, mas uma coisa ele tinha certeza, não era só a brisa do mar. Foi quando aconteceu. Seus olhos piscaram por instantes, e quando voltou a olhar para o sol ele não se encontrava no seu devido lugar. No lugar do sol havia um enorme portal, que parecia estar sugando todo o céu para dentro de si. Tudo ficou escuro, mas antes que o garoto pudesse correr algo chamou sua atenção. Alguma coisa saia do portal e vinha em sua direção. Ele não sabia se corria ou ficava pra descobrir o que seria aquilo. Resolveu sai correndo dali, mas nesse instante o portal desapareceu e uma criatura que ele jamais tinha visto a não ser em livros, rodeava o monte com um esplendor magnífico.
A criatura era toda cinza, seu corpo era de um enorme leão, tinha asas de uma águia gigante e sua face mostrava o rosto de um homem nobre, com olhos azuis e místicos.
Ela rodeou o monte por alguns minutos e depois pousou nele, atrás do garoto.
O garoto se virou para admirá-la. Seus olhos se encheram de lagrimas. Ele não acreditava que estava frente a frente com uma esfinge.
- Posso ajudar você em algo. – Perguntou o garoto muito curioso, mas ao mesmo tempo um pouco assustado.
- Se aproxime. -Disse a esfinge, com uma voz fria, mas que mostrava segurança.
O garoto deu alguns passos em direção a esfinge. A esfinge se deitou sobre a grama verde do monte, e se cobriu com suas enormes asas acinzentadas. Ele achou melhor não fazer mais nenhum movimento, apenas observá-la. Quando o garoto podia ver novamente a esfinge e suas asas tinham se aberto, ele reparou que um livro preto com sete pedras azuis se encontrava perto dela.
- Deite, e leia ele para mim. -Disse a esfinge, empurrando o livro para o garoto.
Esquecendo de todo o resto e o medo, ele apanhou o livro. Nesse momento as pedras azuis brilharam e a trava antes que impedia que o livro fosse aberto se abriu. Ele deitou sobre o corpo da esfinge, sem temer o que ela poderia fazer. Antes de abrir o livro pensou em fazer varias perguntas, mas esse pensamento desapareceu da sua mente, e pensou que lendo o livro todas as perguntas seriam respondidas, ou ele teria mais perguntas para fazer.
O garoto abriu o livro e a esfinge deu um fraco rugido. Assim eles ficaram sobre o monte, até que a ultima página fosse lida.
Acender as Luzes
Perdido ¤ A Esfinge
Como é azul o céu. Pensava o garoto, em pé no alto de um grande monte.
Ele Observava sem piscar, cada movimento das nuvens, cada pássaro que passava e lhe tirava a atenção das diversas formas e pensamentos que lhe ocorriam.
-Esse mundo é tão grande. – Disse ele depois de um longo suspiro. – O que será que há depois do céu, depois desse universo. Outros universos talvez?- Ele conversava sozinho, porque ninguém poderia lhe responder essa e outras perguntas.
Logo abaixo do monte as ondas batiam nas rochas. A brisa que vinha do mar junto aos raios quentes do sol fazia daquele lugar perfeito para quem tinha pensamentos demais em sua mente.
-Mas se existe outros universos porque não sabemos disso? Será que eles não podem se juntar? Eu vou criar uma ligação entre todos os universos. Como? Criando.
O garoto foi à ponta do monte e olhou com mais atenção ainda para o céu. Ele fechou os olhos, suspirou, e disse.
- Eu escolho sete universos.
Seus olhos se abriram.
O sol continuava no mesmo lugar, mas a brisa que antes era leve agora se tornava pesada e as ondas ficaram mais agitadas do que o normal.
O garoto começou a sentir uma energia ao seu redor que ele não sabia dizer o que poderia ser, mas uma coisa ele tinha certeza, não era só a brisa do mar. Foi quando aconteceu. Seus olhos piscaram por instantes, e quando voltou a olhar para o sol ele não se encontrava no seu devido lugar. No lugar do sol havia um enorme portal, que parecia estar sugando todo o céu para dentro de si. Tudo ficou escuro, mas antes que o garoto pudesse correr algo chamou sua atenção. Alguma coisa saia do portal e vinha em sua direção. Ele não sabia se corria ou ficava pra descobrir o que seria aquilo. Resolveu sai correndo dali, mas nesse instante o portal desapareceu e uma criatura que ele jamais tinha visto a não ser em livros, rodeava o monte com um esplendor magnífico.
A criatura era toda cinza, seu corpo era de um enorme leão, tinha asas de uma águia gigante e sua face mostrava o rosto de um homem nobre, com olhos azuis e místicos.
Ela rodeou o monte por alguns minutos e depois pousou nele, atrás do garoto.
O garoto se virou para admirá-la. Seus olhos se encheram de lagrimas. Ele não acreditava que estava frente a frente com uma esfinge.
- Posso ajudar você em algo. – Perguntou o garoto muito curioso, mas ao mesmo tempo um pouco assustado.
- Se aproxime. -Disse a esfinge, com uma voz fria, mas que mostrava segurança.
O garoto deu alguns passos em direção a esfinge. A esfinge se deitou sobre a grama verde do monte, e se cobriu com suas enormes asas acinzentadas. Ele achou melhor não fazer mais nenhum movimento, apenas observá-la. Quando o garoto podia ver novamente a esfinge e suas asas tinham se aberto, ele reparou que um livro preto com sete pedras azuis se encontrava perto dela.
- Deite, e leia ele para mim. -Disse a esfinge, empurrando o livro para o garoto.
Esquecendo de todo o resto e o medo, ele apanhou o livro. Nesse momento as pedras azuis brilharam e a trava antes que impedia que o livro fosse aberto se abriu. Ele deitou sobre o corpo da esfinge, sem temer o que ela poderia fazer. Antes de abrir o livro pensou em fazer varias perguntas, mas esse pensamento desapareceu da sua mente, e pensou que lendo o livro todas as perguntas seriam respondidas, ou ele teria mais perguntas para fazer.
O garoto abriu o livro e a esfinge deu um fraco rugido. Assim eles ficaram sobre o monte, até que a ultima página fosse lida.














Caraca, se esse fosse seu primeiro texto no blog, poderia dizer que é uma introdução à sua coluna.achei muito interessante, parabéns
Obrigado. Vc tem razão, mas eu conheci essa esfinge essa semana (suahsuahsusuahuash), simplesmente, quando estava andando e olhando para o céu, imaginei uma esfinge vindo em minha direção, e ai está a crônica, vai entender a ordem de pensamento de um escritor ;).Valeu
hahahahaquando for passar pra livro, ja vai saber como começar ^^
concordo que está parecendo o começo. E eu gostei muito. (:
Talvez….quem sabe o final..vai saber…Obrigado Anja ;)
Parabéns LHC a cada texto vc me surpreende.
Obrigado ;)
Muito legal, meu irmão é o máximo.:)