Conto da série: As Crônicas dos Sete Universos | Apagar as luzes | a-/A+
Acender as Luzes
Acender as Luzes
Magia ¤ O Relógio
ELE MARCAVA ONZE HORAS.
Um dia atrás a rua estava vazia, a única coisa que se movimentava era o relógio que ficava no alto de um prédio. Não um prédio qualquer, mas sim o mais alto e mais belo. No centro do relógio se encontrava uma linda pedra azul, que se destacava entre o dourado do relógio. Mas isso há um dia.
Ele caminhava em direção ao prédio, conseguia avistar de longe seu inimigo. Seu andar era sutil. Sua espada em mãos, sua capa vermelha se espalhava sobre o chão negro. Sua aparência era pálida, olhos azuis e penetrantes, seu cabelo era negro e alcançava sua cintura.
Na frente do prédio se encontrava parado admirando o relógio, um ser bem diferente. Ele não era tão pálido, seus cabelos eram curtos e escuros, bem bagunçados, seus olhos eram castanhos, ele usava uma linda capa azul, e em suas mãos ele carregava um cajado de prata com uma grande esfera negra na ponta.
Os dois estavam bem próximos. Cada qual olhava para o relógio.
- Não precisamos fazer isso Arcalimo. – Disse Turalcar, se virando para encarar seu oponente.
- Você não vai conseguir. Dizia Arcalimo, enquanto tocava sua capa.
- Uma guerra, por causa de um relógio. Mas se vocês preferem assim.
Quando Turalcar terminou de falar a primeira gota caiu do céu, e já não estava tão escuro, por que com ela veio os trovoes e relâmpagos.
Os dois olhavam para o céu. As gotas começaram a cair cada vez mais. Como se o tempo tivesse ficado, mais lento, os dois admiraram a mesma gota cair, e quando ela fez os olhos deles se cruzarem, eles jogaram suas capas para o lado e saltaram em direção ao relógio. Os dois se chocaram na frente do relógio, e os brilhos de suas armaduras refletiram no céu.
Arcalimo usava uma armadura branca, com traços prateados e no centro uma imagem de uma esfinge dourada. Turalcar usava uma armadura azul celeste que apresentava a forma de um dragão.
Eles saltavam em cada prédio, corriam sobre suas paredes, indo cada vez mais alto. Espada e cajado se chocavam, assim destruindo tudo que estivesse por perto. Quando chegaram as nuvens e não havia onde mais pular, eles se encararam e mergulharam em direção ao chão, como se não tivessem medo da queda. Seus pés chegaram ao chão, “BUM”. Os prédios ao redor estremeceram, e caiam lentamente, apenas o grande prédio do relógio que se mantinha intacto.
Quando a poeira abaixou e eles já podiam se olhar, cada um penetrou um no olhar do outro, e sorriram.
Arcalimo colocou sua espada à frente e a ergueu. Ela começou a brilhar e uma grande chama dourada a cercou. Deu um grande giro com ela e a apontou em direção ao seu inimigo. Antes que a chama chegasse a meio caminho, Turalcar bateu o cajado ao chão e uma luz azul saiu da esfera e se chocou com a chama dourada. Cada um se concentrava cada vez mais, aumentando a intensidade de seus ataques. A ligação terminou e depois de um breve silêncio, uma cratera se abriu ao chão.
Eles saltaram novamente, e param em cima do prédio do relógio. A chuva continuava, e não se via mais um sorriso na face de Arcalimo, mas sim ódio. Turalcar começou a pronunciar palavras em voz baixa. Arcalimo deu uns passos à frente, e nesse momento vultos negros em forma de dragões começaram a sai do chão. Os vultos iam a sua direção, mas a cada passo que ele dava, ele destruía um com sua espada. Chegava cada vez mais perto de Turalcar. Quando eliminou o ultimo vulto deu um salto em direção a Turalcar. Turalcar se protegeu com o cajado, mas seus pés cederam, e ele cai de joelhos e a espada de Arcalimo tocou o pescoço de Turalcar.
-Agora eu vou termina a guerra que nem começou. – Disse Arcalimo, com ódio nos olhos, e apontando a espada para o pescoço de Turalcar.
Turalcar deu uma grande risada.
- Não meu irmão, a guerra começa agora.
Antes que Arcalimo pudesse fazer qualquer movimento tudo parou.
O relógio marcava meia noite, e quando deu a primeira badalada não foi capaz de dar à segunda, ele começou a girar ao contrario, cada vez mais rápido, e tudo em sua volta mudava, se transformando em borrões e fumaça. Ele parou, e seu ponteiro se movimentou pela primeira vez.
ELE MARCAVA MEIO DIA.
Acender as Luzes
Magia ¤ O Relógio
ELE MARCAVA ONZE HORAS.
Um dia atrás a rua estava vazia, a única coisa que se movimentava era o relógio que ficava no alto de um prédio. Não um prédio qualquer, mas sim o mais alto e mais belo. No centro do relógio se encontrava uma linda pedra azul, que se destacava entre o dourado do relógio. Mas isso há um dia.
Ele caminhava em direção ao prédio, conseguia avistar de longe seu inimigo. Seu andar era sutil. Sua espada em mãos, sua capa vermelha se espalhava sobre o chão negro. Sua aparência era pálida, olhos azuis e penetrantes, seu cabelo era negro e alcançava sua cintura.
Na frente do prédio se encontrava parado admirando o relógio, um ser bem diferente. Ele não era tão pálido, seus cabelos eram curtos e escuros, bem bagunçados, seus olhos eram castanhos, ele usava uma linda capa azul, e em suas mãos ele carregava um cajado de prata com uma grande esfera negra na ponta.
Os dois estavam bem próximos. Cada qual olhava para o relógio.
- Não precisamos fazer isso Arcalimo. – Disse Turalcar, se virando para encarar seu oponente.
- Você não vai conseguir. Dizia Arcalimo, enquanto tocava sua capa.
- Uma guerra, por causa de um relógio. Mas se vocês preferem assim.
Quando Turalcar terminou de falar a primeira gota caiu do céu, e já não estava tão escuro, por que com ela veio os trovoes e relâmpagos.
Os dois olhavam para o céu. As gotas começaram a cair cada vez mais. Como se o tempo tivesse ficado, mais lento, os dois admiraram a mesma gota cair, e quando ela fez os olhos deles se cruzarem, eles jogaram suas capas para o lado e saltaram em direção ao relógio. Os dois se chocaram na frente do relógio, e os brilhos de suas armaduras refletiram no céu.
Arcalimo usava uma armadura branca, com traços prateados e no centro uma imagem de uma esfinge dourada. Turalcar usava uma armadura azul celeste que apresentava a forma de um dragão.
Eles saltavam em cada prédio, corriam sobre suas paredes, indo cada vez mais alto. Espada e cajado se chocavam, assim destruindo tudo que estivesse por perto. Quando chegaram as nuvens e não havia onde mais pular, eles se encararam e mergulharam em direção ao chão, como se não tivessem medo da queda. Seus pés chegaram ao chão, “BUM”. Os prédios ao redor estremeceram, e caiam lentamente, apenas o grande prédio do relógio que se mantinha intacto.
Quando a poeira abaixou e eles já podiam se olhar, cada um penetrou um no olhar do outro, e sorriram.
Arcalimo colocou sua espada à frente e a ergueu. Ela começou a brilhar e uma grande chama dourada a cercou. Deu um grande giro com ela e a apontou em direção ao seu inimigo. Antes que a chama chegasse a meio caminho, Turalcar bateu o cajado ao chão e uma luz azul saiu da esfera e se chocou com a chama dourada. Cada um se concentrava cada vez mais, aumentando a intensidade de seus ataques. A ligação terminou e depois de um breve silêncio, uma cratera se abriu ao chão.
Eles saltaram novamente, e param em cima do prédio do relógio. A chuva continuava, e não se via mais um sorriso na face de Arcalimo, mas sim ódio. Turalcar começou a pronunciar palavras em voz baixa. Arcalimo deu uns passos à frente, e nesse momento vultos negros em forma de dragões começaram a sai do chão. Os vultos iam a sua direção, mas a cada passo que ele dava, ele destruía um com sua espada. Chegava cada vez mais perto de Turalcar. Quando eliminou o ultimo vulto deu um salto em direção a Turalcar. Turalcar se protegeu com o cajado, mas seus pés cederam, e ele cai de joelhos e a espada de Arcalimo tocou o pescoço de Turalcar.
-Agora eu vou termina a guerra que nem começou. – Disse Arcalimo, com ódio nos olhos, e apontando a espada para o pescoço de Turalcar.
Turalcar deu uma grande risada.
- Não meu irmão, a guerra começa agora.
Antes que Arcalimo pudesse fazer qualquer movimento tudo parou.
O relógio marcava meia noite, e quando deu a primeira badalada não foi capaz de dar à segunda, ele começou a girar ao contrario, cada vez mais rápido, e tudo em sua volta mudava, se transformando em borrões e fumaça. Ele parou, e seu ponteiro se movimentou pela primeira vez.
ELE MARCAVA MEIO DIA.














Primeira Crônica da sua coluna hein? tirando alguns pequenos erros de portugues (q já foram arrumados) ta muito foda.curti bastant a luta dos dois, a maneira simples e completa que você utilizou para descrever as ações de cada um, e principalmente, a maneira que descreveu o tempo. parabéns.
Gostei muito de sua crônica, adoro historia épicas; medievais; cavaleiros e armaduras. Mesmo não tendo talento nenhum para escrever algo deste gênero. Adoro lê-las. Espero que continue escrevendo tão bem ou melhor do que esta.Com tantos detalhes tanto do aspecto físico.Pense em talvez trabalhar mais os aspectos psicológico e pensamentos dos personagens isso proporciona mais emoção a crônica. Mais a descrição da batalha foi ótima.Espero ansiosa a pro cima crônica.
ô LÔCO… show de bola!Crônicas, domínio próprio…Show…
Tipo, achei meio confusa a parte que conta sobre o tempo do relogio. Ele voltou para o dia em que foi feito, é isso?…tá mas e o cavaleiro??? Caraca fiquei curioso!!! hehehe…parabens e aguardando o prox cap deste universo. Denis
Creio que essa tenha sido a intenção. Agora não sei se o relógio voltou no tempo, ou avançou.são duas idéias válidas.e tenho crteza q em breve irá vir mais uma cronica dessa história ^^
Quem sabe….:)Obrigado pelos comentários.
Adorei,n preciso dizer q acho vc o máximo pq vc já sabe,tenho certeza q vc vai continuar escrevendo cada vez melhor.Sucesso p vc e p o site.bjss
Obrigado Josi, vc é D+.